A mania agora é suspender as coisas nas alturas
Por Leo Pinho em 31/03/2007 - 5:09 am
Parece que a última mania no mundo é manter as coisas flutuando. Essa semana, vi um restaurante suspenso, que comporta até 22 clientes — uma invenção nada convencional, até porque, fazer “xixi”, nem pensar!
Hoje foi a vez de um edifício flutuante. Bem, não é flutuante, flutuante mesmo. Parece ser, mas na verdade, as quatro torres são presas à uma estrutura-núcleo, entre os edifícios. Quem entende bem de construção civil, vai concordar comigo: O centro serve para, além de sustentar toda a estrutura, passar a rede elétrica, elevadores, água e aqueles canos grossos para a passagem das fezes — eu sei, eu não precisava ser tão detalhista assim, mas não pude evitar.
Em uma rápida análise, levantei algumas vantagens do edifício: (1) Diferentemente dos prédios “caretas”, o morador do primeiro andar pode se suicidar, já que fica em uma altura razoavelmente boa; (2) Não é mais necessário espiar o(a) vizinho(a) com binóculos, quando se pode ver bem de perto e (3) quando um vizinho chato estiver fazendo uma festa com o som nas alturas no salão de festas do edifício (que nesse caso é bem mais amplo), aumenta a possilidade de acerto de uma rajada de ovos podres, lançados por você, na cabeça dos convidados, ou até mesmo, do vizinho — crianças, não tentem isso em casa.
Se quiser saber um pouco mais sobre o edifício, acesse o Antenando.
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Não, e o pior… como escolher no elevador qual andar ir? (já que eles se movimentam hehehe)..
abraços.